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Empresa: Lloyds Banking Group

País: Inglaterra

Área: Economia

António Horta Osório é licenciado em Gestão e Administração de Empresas pela Universidade Católica, tendo sido nos últimos três anos do curso, professor assistente de várias disciplinas e, entre 1992 e 1996, Professor Convidado no programa MBA.

No último ano do curso (1987) ingressa no Citibank e em 1991 conclui o MBA no Insead, tendo ganho o prémio Henry Ford II, para o melhor aluno.

Posteriormente trabalhou na Goldman Sachs em Nova Iorque e Londres, sobretudo em atividades de Corporate Finance para Portugal

Em 1993 juntou-se ao Grupo Santander e criou o Banco Santander de Negócios Portugal (BSNP), tornando-se o seu Presidente Executivo. Em 1996, António Horta Osório passa a acumular as responsabilidades executivas em Portugal com a liderança das atividades do Grupo Santander no Brasil, onde adquire dois bancos, iniciando as atividades de retalho do Santander no Brasil.

Em 2000 e após o acordo entre António Champalimaud, o Santander e a Caixa Geral de Depósitos, o Grupo Santander passa a deter os Bancos Totta e Crédito Predial Português (para além do Santander de Negócios e do Santander Portugal). António Horta Osório é nomeado Presidente Executivo dos quatro Bancos, depois fundidos no Banco Santander Totta; é igualmente nomeado Senior Executive Vice President do Grupo Santander e membro do Management Committee.

Em 2003 completou o Advanced Management Program na Harvard Business School e em 2004 é convidado para Administrador não Executivo do Abbey, após a compra deste pelo Banco Santander.

De 2004 a 2010 foi Cônsul Honorário de Singapura em Lisboa.

Em 2006 assumiu a presidência Executiva do Banco Abbey, que adquiriu em 2008 os Bancos Alliance & Leicester e Bradford & Bingley, depois fundidos num único Banco, o Santander UK.

De Junho 2009 a Março de 2011, foi Administrador não Executivo do Banco de Inglaterra, a título pessoal.

Em 2011 foi nomeado Presidente da Comissão Executiva no Lloyds, a convite do Governo Inglês, para liderar o turnaround do Banco na sequência da aquisição pelo Lloyds do HBOS, e que acarretou a entrada do Estado no capital do Banco com 39% do capital.

É Administrador não executivo na Fundação Champalimaud, desde Janeiro de 2011, e na Sociedade Francisco Manuel dos Santos, desde Março de 2012.