Vivemos hoje num mundo nómada e interligado. Os dois fenómenos do nosso tempo são a circulação global de pessoas e a organização social e económica em redes.
Filipe de Botton, Presidente da Direcção do Conselho da Diáspora Portuguesa frisa: «Vivemos hoje num mundo nómada e interligado. Os dois fenómenos do nosso tempo são a circulação global de pessoas e a organização social e económica em redes… vale a pena pensar que cerca de 3% da população mundial vive em sociedades de acolhimento, sendo este valor três vezes superior ao de 1990 e quais irão ser as consequências deste fenómeno, que tenderá a aumentar ao longo dos próximos anos. Na Europa, 80 milhões de cidadãos vivem no exterior dos seus países de origem. Aliás, e a propósito deste fenómeno, a prestigiada “Economist” fala da “magia das diásporas”, sublinhando a importância destas redes de afinidade, por natureza ou carácter, na detecção de oportunidades de negócio e na projecção internacional da imagem e interesse dos países. As pessoas movimentam-se num mundo no qual a medida do poder de um país não é definida pela dimensão do território, nem pela força das armas, mas pelo seu nível de inserção nas redes mais relevantes – económicas, políticas, culturais ou científicas» (ler aqui)